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terça-feira, 7 de agosto de 2012

JOINVILLE: Curso da Fundamas para deficientes físicos começa nesta terça (7/8)

A Fundamas (Fundação Municipal Albano Schmidt) começa nesta terça-feira (7/8) o curso de Informática aos integrantes da Adej (Associação dos Deficientes Físicos de Joinville). O processo de Inclusão Digital vai ter a duração de 40h/a dividido em duas vezes por semana, sempre às terças e quintas-feiras, das 9 às 11h, na própria sede da Adej. Esta é uma ação desenvolvida desde 2009. A Fundamas capacita pelo menos uma vez ao ano um grupo da Associação que, ao final, recebe certificado.

Serviço: Curso de Informática para deficientes da Adej


Quando: Às terças e quintas-feiras, das 9 às 11h


Informações: Adej - rua José Elias Giuliari, 95 – Boa Vista. Telefone: 3433-6355

Fonte: SECOM

segunda-feira, 30 de julho de 2012

JOINVILLE: Nadadores paralímpicos da Felej conquistam medalhas em Curitiba

Dois nadadores paralímpicos da Fundação de Esportes, Lazer e Eventos de Joinville (Felej) conquistaram medalhas no 1º Torneio Integrar de Natação de Curitiba. O evento ocorreu nesse sábado (28/7) no Clube Curitibano. Mesmo sendo a primeira competição de ambos os atletas, Alex Perini garantiu a medalha de ouro nos 50m peito e Marco Vinícius Campos venceu os 50m borboleta e também nos 100m costas.

Além das vitórias, os atletas de Joinville também conquistaram os índices necessários para disputar o Campeonato Brasileiro da Associação Brasileira de Desportos de Deficientes Mentais (ABDEM). Com os resultados obtidos, a dupla comandada pelo técnico Vanderlei Quintino se prepara para disputar o ParaJasc que acontece no mês de novembro, na cidade de Brusque.


Conquistas:


Alex Perini, 26 anos - Ouro nos 50m peito


Marco Vinícius Campos, 22 anos - Ouro nos 50m borboleta e ouro nos 100m costas



Fonte: SECOM

quinta-feira, 26 de julho de 2012

JOINVILLE: Bailarinos vivem rotina de pessoas com deficiência

No lugar das sapatilhas, rodas. No lugar dos pés firmes e seguros, uma bengala. No lugar dos olhos atentos à expressão do corpo, uma venda e a escuridão. Na tarde desta terça-feira (24/7), os adereços que compõem o figurino e a rotina dos bailarinos foram substituídos por uma palavra estranha a muitos deles: acessibilidade. “Nós não somos físico. Somos realização”, sentenciou o arquiteto especialista na área, Mário Cezar da Silveira.

Os participantes da oficina “Outros Olhares sobre o Corpo”, oferecida pelo Comitê Gestor Cidade Acessível é Direitos Humanos, com o apoio do Instituto Festival de Dança e do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (Comde), conheceram um mundo diferente, mas não impossível. Nas palavras de Mário, surgiram incentivos para que o corpo seja valorizado nas suas qualidades, defeitos e particularidades. Nos vídeos exibidos na oficina, um espaço para o "diferente": bailarinos sobre cadeiras de rodas, bailarinas surdas, com deficiência visual ou síndrome de Down, todas exercitando a arte de forma plena. “A arte não nasce no corpo, mas na capacidade criativa do ser humano”, explicou Mário.

Além do conhecimento teórico sobre o assunto, os participantes da oficina sentiram na pele um pouco da rotina das pessoas com deficiência. O medo ficou escondido. A curiosidade e a superação foram incorporadas como instrumentos de trabalho. “Eu precisava disso para aprender a me desafiar ainda mais”, revelou a bailarina do grupo Balé Cidade de Taubaté, Gabriela Valéria Vieira, de 18 anos.

Gabriela foi a primeira a escolher a sua “deficiência”. Quis ser cega. Com uma venda e uma bengala, percorreu o Centreventos e chegou à Feira da Sapatilha vigiada por olhares atentos e cuidadosos, mas percorrendo o próprio caminho, sem ser amparada ou guiada. “No grupo do qual faço parte já tínhamos feito uma dinâmica de dançar de olhos fechados e eu tive bastante dificuldade. Cheguei a me emocionar”, conta.

Para ela, a oficina de acessibilidade foi um momento de inspiração. “Tem dias que eu esqueço de me desafiar. Hoje, escolhi ser cega porque achei que era o mais difícil”, disse. Outros bailarinos mergulharam no mundo dos cadeirantes: seja daqueles que usam a cadeira manual ou a elétrica. O andador para idosos também foi um equipamento disponibilizado na oficina.

Depois da experiência, o grupo foi desafiado a improvisar uma coreografia, ensaiada próximo ao palco da Feira da Sapatilha. “Temos que aprender a valorizar o corpo com as qualidades e os defeitos que ele tem. Até porque, são os nossos defeitos e limitações que nos fazem melhorar. Nosso maior desafio é acabar com estigmas: deixar de enxergar limitações para enxergar potencialidade”, concluiu Mário.

Fonte: SECOM

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Nadadores Paralímpicos da Felej estreiam em competições neste fim de semana

No sábado (28/7), dois nadadores paralímpicos da Fundação de Esportes, Lazer e Eventos de Joinville (Felej) estarão disputando o 1º Torneio Integrar de Natação de Curitiba, na capital paranaense. Os atletas, com uma rotina de treinamentos intensiva todos os dias nas piscinas da AABB e da Univille, vão em busca das primeiras medalhas na carreira.

Alex Perini, de 26 anos, e Marco Vinícius Campos Debacker, de 22, competem na categoria D.I. (Deficientes Intelectuais) e pela primeira vez estarão fora da cidade, representando Joinville em uma competição tão importante. "A alegria dos atletas em buscar as primeiras medalhas nos contagia e incentiva todos a acompanhar os outros nadadores do projeto", ressaltou Vanderlei Quintino, técnico da natação paralímpica da Felej.


Ambos os atletas treinam cerca de duas horas por dia e seguem focados para as disputas do Parajasc, em novembro, na cidade de Brusque. "Essa preparação faz com que eles estejam preparados para esse grande sonho que é representar Joinville pelo Brasil", completou Vanderlei.


Fonte: SECOM

terça-feira, 24 de julho de 2012

Joinville fica em terceiro em campeonato de basquete sobre rodas

A equipe joinvilense CEPE/Raposas do Sul conquistou a terceira colocação na disputa do Campeonato Regional Sul de Basquete sobre Rodas, realizado em Concórdia (SC) pela Condeferação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas (CBBC), com apoio Comitê Paralímpico Brasileiro.O campeonato reuniu oito equipes de três estados, no evento que faz parte do calendário nacional da modalidade.

Representando a Fundação de Esportes, Lazer e Eventos de Joinville (Felej), o CEPE conquistou duas vitórias em três jogos durante a primeira fase da competição. Depois, também venceu nas quartas de final. Após uma derrota na semifinal, para a equipe da AFADEFI, os joinvilenses deram a volta por cima e conquistaram a terceira colocação ao vencer a UCS, de Caxias do Sul (RS), por 63 a 59.


Fonte: SECOM

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Oficina de acessibilidade no 30º Festival de Dança de Joinville

Os participantes do 30º Festival de Dança de Joinville terão a oportunidade de vivenciar algo diferente. A oficina “Outros Olhares Sobre o Corpo” trará uma abordagem diferenciada sobre a importância da acessibilidade nos centros urbanos. A aula ocorrerá no dia 24 de julho (nesta terça-feira), às 15 horas, na sala 10 do Centreventos Cau Hansen. As inscrições já estão abertas aos participantes do evento no balcão de cursos do Festival de Dança. São 40 vagas.

A ação será ministrada pelo arquiteto e especialista em acessibilidade Mário Cezar da Silveira, que promove palestras por todo o país buscando aliar a temática aos eventos. No caso do Festival de Dança, o tema está ligado à arte e dança. O objetivo é mostrar aos bailarinos a superação diante às dificuldades do cotidiano – encontrada na rotina da dança, e principalmente, no dia a dia dos deficientes físicos. Segundo o ministrante, a oficina tem duração de duas horas, onde serão abordados conteúdos teóricos e práticos.


Os temas teóricos preveem a quebra de alguns paradigmas existentes em torno dos portadores de deficiência. Já a experiência prática será diferenciada. No ano passado, 27 participantes percorreram os espaços do Centreventos Cau Hansen e da Feira da Sapatilha (Expocentro Edmundo Doubrawa) fazendo o uso de cadeiras de rodas, muletas e vendas. A ação teve e receptividade do grupo que pôde perceber as limitações, bem como a superação necessária para a realização das atividades.


A iniciativa é promovida pelo Comitê Gestor Cidade Acessível é Direitos Humanos, com o apoio do Instituto Festival de Dança e do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (Comde).

Fonte: http://www.joinville.sc.gov.br/noticia/2374-Oficina+de+acessibilidade+no+30%C2%BA+Festival+de+Dan%C3%A7a+de+Joinville.html

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Tecnologia visa aumentar acessibilidade de pessoas com deficiência

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, deve inaugurar no dia 20 de julho o Centro Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva (CNRTA), alocado no Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), em Campinas (SP). O centro será o principal articulador de uma rede nacional de 25 núcleos de tecnologia assistiva (laboratórios e unidades de pesquisa) que deverão conceber tecnologias para aumentar a acessibilidade de pessoas com deficiência.

A criação do centro faz parte do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Viver sem Limite, lançado em fevereiro deste ano pela presidenta Dilma Rousseff. Os núcleos, em 18 estados e no Distrito Federal, estarão vinculados às universidades federais e às unidades de pesquisa do ministério. O nome das instituições escolhidas foi publicado em portaria assinada pelo secretário de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social do MCTI, Eliezer Moreira Pacheco.


No total, R$ 3 milhões do Orçamento da União 2012 já foram destinados ao centro e aos núcleos. Cada projeto poderá receber entre R$ 100 mil e R$ 500 mil. Os recursos serão transferidos para as unidades de pesquisa e universidades. Com o dinheiro, será possível comprar equipamentos e materiais necessários para a instalação dos núcleos. O pessoal que desenvolverá os projetos já é do quadro das unidades ou recebem bolsas de pesquisa do Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (CNPq) ou da Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).


Eliezer Pacheco salienta que o desenvolvimento das tecnologias é estratégico para o país que ainda depende da importação de alguns materiais, como próteses. Segundo ele, "mais de 50% dos produtos disponíveis no Catálogo Nacional de Produtos de Tecnologia Assistiva são importados".


Além da produção limitada, há poucos fornecedores no país, que estão concentrados no Sul e Sudeste. "Há um número limitado de empresas, uma ou duas, no máximo, por estado nas regiões Sul e Sudeste, principalmente fabricantes de cadeiras de roda e de próteses com produção industrial ainda restrita".


O secretário explica que há uma grande diversidade de tipos de deficiência e muitos modelos de prótese, por exemplo, são fabricados ainda de forma artesanal ou sob medida. Eliezer Pacheco espera que os núcleos se articulem e se especializem para ajudar as pessoas com diferentes deficiências. "Quando falamos de todos os tipos de deficiência, falamos de locomoção, auditiva, visual, tudo aquilo que em última análise cria limitações ao exercício da cidadania".


Para o secretário de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social do MCTI, além do problema de desenvolvimento tecnológico, o país precisa romper uma barreira cultural. "O que se observa no Brasil é uma carência de tecnologia, mas é uma questão cultural também (.) Convenhamos que para fazer rebaixamento de calçada e rampas em escadaria não precisa de nenhuma tecnologia, mas a vontade política de fazer", frisou.


"É necessário que haja uma mudança na cultura dos brasileiros no sentido de entender a democracia como algo muito além do direito de votar e ser votado, mas, por exemplo, tornar acessível a todos os espaços acessíveis a todas as pessoas", lembrou.


Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir do Censo Populacional 2010, indicam que há 24 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência. Em outro levantamento, a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic 2009), o IBGE verificou que 53,1% das sedes das prefeituras não têm nenhum dos 16 itens de acessibilidade investigados, como, por exemplo, a rampa para cadeirantes ou aparelhos de telefone para surdos e mudos.



Fonte: http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=13909&

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