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terça-feira, 29 de maio de 2012

JOINVILLE: Municípios do Projeto “Cidade Acessível é Direitos Humanos” se reúnem


As cidades participantes do Projeto “Cidade Acessível é Direitos Humanos” se reuniram no 22 de maio nas dependências da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, em Brasília. Joinville, um dos oito selecionados, esteve representado pela coordenadora do Comitê Gestor Cidade Acessível é Direitos Humanos, Rita de Cássia Fernandes, que relatou as iniciativas do município na consolidação da acessibilidade como direito de todos. Também fazem parte deste projeto piloto, implantando em , Campinas, Uberlândia, Fortaleza, Rio de Janeiro, Goiânia, Guarulhos e São José dos Campos (estas duas últimas cidades integraram ao programa recentemente).



Na ocasião, o secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antônio José Ferreira, falou sobre o Plano Nacional Viver sem Limite convocando os municípios a fazerem com que a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência da ONU ocorra na vida das pessoas por meio da articulação de políticas governamentais de acesso à educação, inclusão social, atenção à saúde e acessibilidade. O Viver sem Limite foi elaborado com a participação de mais de 15 ministérios e do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE), envolvendo todos os entes federados e prevê um investimento total de 7,6 bilhões até 2014.

No eixo de acessibilidade, o Plano Viver sem Limite apoia projetos federais como na área habitacional o programa “Minha Casa, Minha Vida” e o “Transporte Escolar Acessível”, o qual foi explanado pelo coordenador geral de acessibilidade da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Sérgio Paulo Nascimento. Conforme a coordenadora do comitê em Joinville, Rita de Cássia Fernandes, o município já está inserido automaticamente no Plano, mas é preciso estar em sintonia para ser contemplado. “Há recursos disponíveis, por exemplo, para conseguir ônibus acessível. Precisamos falar com a Secretaria de Educação, levantar os dados do Benefício de Prestação Continuada (BPC) na escola, repassar informações à recém-criada Secretaria Nacional de Acessibilidade e, assim, poder ser beneficiado com o veículo”. E complementa: “Tudo gratuitamente, sem nenhum custo ao governo local”. 

A próxima etapa do Comitê Gestor Cidade Acessível é Direitos Humano em Joinville é estudar minuciosamente o “Plano Viver sem Limite”, criado em novembro de 2011, para analisar todas as possibilidades que possam ser aplicadas no município em termos de acessibilidade e acesso à garantia de direitos das pessoas com deficiência. O Plano visa um conjunto de 32 ações, com quatro eixos de atuação: acesso à educação, atenção à saúde, inclusão social e acessibilidade. 

Emanuelle Vieira Torres Schreiber
Rita de Cássia de A.C. Fernandes

segunda-feira, 28 de maio de 2012

JOINVILLE: Social - III Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência irá acontecer nos dias 29 e 30 de maio

Para promover o debate e a consolidação de políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência em Joinville, nesta terça e quarta-feira (29 e 30/5), irá acontecer a III Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência.A abertura do evento será na terça, às 18h, no auditório da Mitra Diocesana.

Durante a Conferência, ocorrerão oficinas para fomentar o debate sobre temas abrangentes, entre eles, o trabalho e reabilitação profissional, acessibilidade, transporte e moradia para as pessoas com deficiência. A partir destas discussões serão elaboradas propostas que vão traçar um panorama municipal sobre a inclusão e destacarão aspectos que ainda precisam ser melhorados.


Este ano o evento irá contar com a participação do palestrante Janilton Lima, conselheiro do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência. Ao final do encontro, também será realizada a eleição dos delegados que vão representar o município na Conferência Estadual que irá acontecer em Florianópolis.


O evento em Joinville é organizado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Comde) e é aberto à comunidade. As inscrições podem ser feitas no local.

Serviço:

* O quê:
III Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência
* Abertura: Dia 29/05 (terça-feira), às 18h
* Onde:
Auditório da Mitra Diocesana. Rua Jaguaruna, nº 147

Fonte: http://www.joinville.sc.gov.br/noticia/1962-III+Confer%C3%AAncia+Municipal+dos+Direitos+da+Pessoa+com+Defici%C3%AAncia+ocorre++nos+dias+29+e+30-5.html

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Adaptações simples podem tornar a casa de idosos e deficientes físicos mais segura

A segurança e o conforto dos moradores são aspectos imprescindíveis nas residências onde vivem pessoas com limitações motoras ou mobilidade reduzida, como idosos ou deficientes físicos. Adaptações simples e econômicas podem ser realizadas com o objetivo de prevenir acidentes e tornar o deslocamento das pessoas mais fácil e seguro como a instalação de barras de apoio, torneiras e misturadores de fácil acionamento e manuseio, pontos de luz que guiem o caminho pelos cômodos, entre outras opções.

No mercado, é possível encontrar uma variedade de produtos para criar ambientes confortáveis, que mantenham a estética e agreguem segurança e conforto aos moradores. Em casa, as áreas com mais riscos são as molhadas e escorregadias, como banheiros, cozinhas, áreas de serviço e quintais, que precisam de cuidados adicionais, com o objetivo de reduzir acidentes domésticos.

Como medida preventiva, é recomendada a instalação de barras de apoio no banheiro a uma altura de 30 centímetros acima do tampo do vaso sanitário, permitindo maior flexibilidade e segurança no deslocamento. Na cozinha, as barras de apoio devem ser instaladas em locais firmes e a torneira ou o misturador em altura média de 30 centímetros sobre a pia. Alguns modelos de torneiras ou misturadores oferecem, inclusive, opções de acionamento por meio de manoplas diferenciadas, que permitem maior facilidade de manuseio. Outra medida simples e eficaz é a instalação de luzes de emergência nos corredores e cômodos de maior movimento que, em caso de ausência de luz, facilita o deslocamento das pessoas dentro da casa.

Em jardins, áreas de serviço e quintais é indicado o uso de pisos antiderrapantes, que reduzem a possibilidade de acidentes. Em áreas internas, como salas e quartos, esses produtos também são recomendados. O investimento realizado na adaptação da casa não implica, necessariamente, em altos custos, mas torna o projeto de arquitetura seguro e confortável. “Cada vez mais, as pessoas estão investindo em segurança, o que faz com que os fornecedores trabalhem no desenvolvimento de produtos com tecnologia a preço acessível. Hoje, por exemplo, vemos que a utilização das barras de apoio vai além das limitações físicas das pessoas com mobilidade reduzida e atinge também outras faixas da população, que se conscientizam dos benefícios deste tipo de produto em áreas molhadas e escorregadias como piscinas, saunas e banheiros”, conclui Julio Azevedo, coordenador de mercado de Metais da Saint-Gobain Distribuição Brasil.

Fonte: http://www.deficientefisico.com/adaptacoes-simples-podem-tornar-a-casa-de-idosos-e-deficientes-fisicos-mais-segura/

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Tecnologia permite tetraplégicos comandar braço robótico pelo pensamento

Uma mulher tetraplégica foi capaz de pegar uma garrafinha térmica e beber café quentinho sem a ajuda de nenhuma pessoa. Os responsáveis pela façanha foram uma equipe internacional de cientistas que conectou eletrodos inseridos em seu córtex motor - parte cerebral responsável pelos movimentos voluntários - a um computador e um braço mecânico. Pela primeira vez em 15 anos, a paciente, conhecida no estudo como S3, conseguiu beber café usando seus próprios sinais neurais para fazer o movimento.

Quando uma pessoa quer se movimentar, ela libera um fluxo de sinais elétricos do cérebro para a medula espinhal. Interrupções nestas vias nervosas impossibilitam a passagem dos sinais elétricos, o que causa a paralisia.


Os testes do braço mecânico controlado pelo pensamento foram feitos com dois pacientes que sofreram AVC há mais de 10 anos. Eles também têm a chamada síndrome do encarceramento, no qual o paciente não consegue mover os membros nem falar, e se comunica apenas por piscadas de olho que indicam as letras de uma palavra ou frase que querem informar. Os resultados do estudo foram divulgados no periódico científico Nature.


Pesquisadores americanos e alemães implantaram um conjunto de 96 eletrodos do tamanho de uma aspirina no córtex motor, no topo da cabeça dos voluntários. Os sinais cerebrais iam para um computador que decodificava os algoritmos e levava até o braço mecânico. O equipamento recebeu o nome de BrainGate2.


Veja o vídeo da paciente com paralisia comandando braço robótico com o pensamento


"Eu penso em movimentar a minha mão e o meu punho. É muito confortável e natural imaginar minha mão direita se movendo para a direção que eu quero que o braço robótico se mova", contou Cathy Hutchinson, de 58 anos. Ela usou os olhos para indicar as letras de seu relato divulgado à imprensa. A atividade também não exige concentração excessiva. De acordo com a paciente, ela não fez nada além do que estava acostumada a coordenar pelos pensamentos antes de perder os movimentos. "No início tive que me concentrar e focar os músculos que usaria para executar determinadas funções".


Robert, o outro paciente que participou do experimento também informou que não teve dificuldade de comandar o braço robótico pelo pensamento. "Eu só imaginei que estava mexendo o meu próprio braço e o braço mecânico foi para onde eu queria que ele fosse", anunciou o homem de 66 anos.


Os pesquisadores ficaram entusiasmados com o fato mesmo depois de anos de paralisia, o córtex motor dos dois pacientes continuou funcionando, sendo capaz de liberar sinais neurais.


Interação cérebro-máquina

Os sinais neurais enviados pelos pacientes foram interpretados por um computador do tamanho de uma geladeira, que é conectado ao braço robótico e aos eletrodos. Os pesquisadores destacaram que para cada indivíduo eles construíram um novo decodificador. "Cada neurônio é uma espécie de torre transmissão de rádio e tem centenas de sensores. Há um padrão comum para os movimentos, mas muda muito o conjunto de sinais dados por cada indivíduo para fazer cada movimento", disse John Donoghue, neurocientista da Universidade de Brown e pioneiro no desenvolvimento do BrainGate, há mais de uma década.

Para habilitar os computadores a interpretar os sinais neurais corretamente, Robert imaginou controlar o braço do robô, enquanto observava movimentos pré-programados. A atividade cerebral correspondente foi gravada e usada para construir um mapa entre os padrões de sinais do cérebro de Robert e as atividades realizadas pelo robô.


O equipamento ainda precisa passar por uma série de testes até que seja aprovado. Há ainda a questão financeira para comercializá-lo. "Eu acredito que seja questão de anos, menos de uma década que vamos conseguir comercializá-los", disse Leigh Hochberg, neurologista da Brown Universidade.


Fonte: http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=13855&canal=cientifico

terça-feira, 22 de maio de 2012

JOINVILLE: Fórum debate a educação inclusiva no município

Um encontro para discutir a inclusão no âmbito escolar ocorreu nesta segunda-feira (21/05), no plenário da Câmara de Vereadores de Joinville. Cerca de 300 pessoas participaram do 1º Fórum Técnico de Educação Inclusiva, organizado pelo Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência (COMDE) e pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). 

Pela manhã, foi apresentada uma devolutiva de pesquisas feitas nas escolas de Joinville sobre o tema proposto no Fórum. No período da tarde, uma representante da Secretaria de Educação apresentou o atual cenário da educação inclusiva no município e posteriormente aconteceu um debate, no qual foram discutidas melhorias para o atual sistema. 

Sérgio Luiz da Silva, presidente do COMDE, explica que a proposta do evento é chamar atenção para o tema da educação inclusiva. “Qual é o incentivo de aprendizado para o aluno, se ele não entende o que está sendo falado? Muitos estudantes surdos, por exemplo, não podem contar com um intérprete de libras dentro da sala de aula. Organizamos o evento para fomentar essa discussão e encontrar caminhos para o aprimoramento da educação dessas crianças e jovens”, relata. 

Fonte: http://www.joinville.sc.gov.br/noticia/1907-F%C3%B3rum+debate+a+educa%C3%A7%C3%A3o+inclusiva+no+munic%C3%ADpio+.html

JOINVILLE: Esporte - Joinville domina os Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina

A delegação com 35 para-atletas da Fundação de Esportes, Lazer e Eventos de Joinville (Felej) retornou dos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc) vitoriosa. O grupo estava em Brusque desde o dia 15 de maio e conquistou medalhas com todos os atletas, garantindo 19 vagas para as Paralimpíadas Escolares que vão ocorrer em outubro, na cidade de São Paulo (SP).

São dez atletas na Natação, cinco no Tênis de Mesa, um na seleção do vôlei sentado e três integrando a seleção catarinense de futebol 7, a grande novidade. "Chegamos em Brusque e alguns para-atletas do atletismo pediram para disputar o futebol 7. Liberamos eles e tivemos um êxito muito grande", alertou Rosicler Ravache, coordenadora do Paradesporto da Felej.

Joinville foi a delegação que conquistou o maior número de vagas para as Paralimpíadas escolares entre todas as cidades participantes. “Nosso objetivo foi alcançado. Igualamos o número de vagas da última temporada”, resumiu Rosicler. Na natação, em que a equipe joinvilense teve mais uma vez como destaque o jovem Talisson Glock, o técnico Vanderlei Quintino assinalou que as expectativas foram cumpridas. "Mais dois atletas nossos que não estiveram nas disputas iniciais também devem receber o convite para as Paralímpiadas Escolares. Isso é fruto do bom trabalho realizado”, concluiu o treinador.

Entre os destaques da delegação da Felej um, em especial, chamou a atenção de muitos participantes dos Parajesc. “O Gabriel Pina tem 17 anos e nunca tinha andado de forma independente em sua cadeira de rodas. Pela primeira vez ele caminhou sozinho e conseguiu completar a prova dos 100 metros. Isso vale muito mais do que qualquer recorde ou medalha conquistada”, assinalou Rosicler. “A família dele esteve presente e a emoção tomou conta de todos na pista de atletismo”, concluiu.

Fonte: http://www.joinville.sc.gov.br/noticia/1902-Joinville+domina+os+Jogos+Escolares+Paradesportivos+de+Santa+Catarina.html

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Nadador amputado dos 4 membros completa primeira etapa de volta ao mundo

O nadador francês Philippe Croizon, de 43 anos, perdeu as pernas e os braços depois de levar um choque elétrico violento quando foi ajustar a antena parabólica em sua casa. Mesmo com os 4 membros amputados, não desiste de realizar suas metas e sonhos.

Antes de entrar na água, o atleta veste uma capa de proteção para a perna, uma espécie de pé de pato que lhe dá impulso. Philippe conta com a ajuda do seu fiel nadador-assistente, Arnaud Chassery, para realizar alguns de seus sonhos como atleta.

Croizon, que teve os quatro membros amputados, nadou os quase 20 km que separam a Oceania da Ásia e completou a primeira etapa de uma volta ao mundo para unir os cinco continentes.
O francês, que nada equipado com próteses e que em setembro de 2010 atravessou o Canal da Mancha, partiu da Oceania às 6H00 no vilarejo de pescadores de Wutung, em Papua-Nova Guiné.

Após oito horas de nado e quase 20 quilômetros, ele chegou a Pasar Skow, na Indonésia, no continente asiático.

“Tudo saiu bem”, disse o documentarista Robert Iséni, que cumpre o papel de porta-voz da equipe. Croizon nada acompanhado por Arnaud Chassery, especialista em nado em mar aberto.

Philippe Croizon cumpriu assim a primeira etapa de uma volta ao mundo que unirá em quatro travessias os cinco continentes, entre maio e agosto.

Em junho, a dupla de nadadores passará da Ásia para a África, atravessando os 25 km que separam o Golfo d’Aqaba, na Jordânia, da costa egípcia no continente africano.

No mês seguinte eles esperam ligar a Europa e África através do Estreito de Gibraltar, em uma distância de 14 km que equivalem a 20 ou 25 km se consideradas as correntes. Em agosto, esperam fazer o mesmo pelas águas geladas do Estreito de Bering para unir Ásia e América do Norte.

Fonte: http://www.deficientefisico.com/nadador-amputado-dos-4-membros-completa-primeira-etapa-de-volta-ao-mundo/

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